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Bem-vindo ao blog da Blue Med Saúde

A Blue Med é apaixonada por cuidar. Proteger as famílias que atendemos é o que nos move há mais de 90 anos.

Entendemos, porém, que muitas vezes a saúde é apenas uma questão de conhecimento.
Saber quais práticas adotar em relação à exercícios, alimentação e hábitos no geral pode ser a chave para atingir uma vida mais saudável e longeva.

Por isso, decidimos reunir nossos 94 anos de experiência na área da saúde neste blog, onde semanalmente você encontrará novas dicas e conselhos sobre como renovar seu bem-estar e energias para encarar os desafios que a vida nos proporciona.

Fique por dentro das novidades do blog Blue Med Saúde.


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janeiro 17, 2019 Família0

Você já imaginou ver o seu pequeno passando mal e ter que esperar por incontáveis dias na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para conseguir uma consulta? Esse não é, nem de longe, o cenário desejado, não é mesmo?

É nesse sentido que surge a importância de contratar um plano de saúde que inclua toda a família. Assim, você terá acesso a bons hospitais e o melhor: com preços acessíveis e em um curto espaço de tempo. 

Contudo, antes de decidir qual plano de saúde familiar e operadora contratar, é fundamental levar em consideração alguns aspectos. Quer saber quais são? Continue a leitura!

Modalidade

Sabia que existe 4 tipos distintos de modalidade de planos de saúdes? É isso mesmo. O ambulatorial, o hospitalar, o hospitalar com obstetrícia e o referência. O primeiro contempla um atendimento mais amplo, incluindo consultas médicas ilimitadas e emergências. Não para por aí. Nele também está disponível assistências médicas e procedimentos de urgência  em ambiente ambulatorial nas primeiras 12 horas.

Já o segundo, como o próprio nome sugere, se restringe ao atendimento hospitalar. Isso significa que consultas e exames fora desse ambiente não são cobertos. Vale destacar que essa modalidade propicia internações hospitalares sem limitações. O hospitalar com obstetrícia se difere do anterior apenas por que inclui os cuidados da mamãe e do bebê durante a gestação.

Em contrapartida, o plano referência é um dos mais completo, visto que é a união dos planos ambulatorial e hospitalar com obstetrícia. 

Rede credenciada

Com certeza você já percebeu que determinados hospitais aceitam só alguns planos, certo? É por isso que é fundamental analisar quais são as redes credenciadas  desde hospitais até clínicas e laboratórios. 

Analise, nesse sentido, se o plano contempla nomes de destaques e que são referência na área da saúde. Afinal, você quer que toda a sua família tenha acesso aos melhores médicos, não é mesmo?

Cobertura do plano

Outra questão que deve ser avaliada com cuidado é a cobertura do plano. Leia com atenção quais são as regras, principalmente no que diz respeito as exclusões de cobertura abordadas em contrato e compare com as demais operadoras.

Verifique ainda quais são as coberturas mínimas para cada modalidade. Essa simples ação é a melhor forma para que você evite surpresas desagradáveis. 

Tempo de espera

Imprevistos ocorrem o tempo todo, concorda? E quando você menos esperar, o seu pimpolho, por exemplo, pode necessitar de um procedimento ou exame. Só que cada plano e/ou operadora tem um tempo específico para disponibilizar a solicitação. Vale ressaltar que esse prazo varia de acordo com a complexidade e gravidade da demanda. Nesse contexto, é essencial ler com atenção o contrato, certificando-se de que o tempo de espera é plausível e, acima de tudo, justo.

Pode apostar: ao analisar, cuidadosamente, todos esses aspectos, você conseguirá decidir qual o melhor plano para a sua família. Lembre-se de que o importante aqui é contratar um serviço que vai atender tanto as necessidades dos adultos quanto das crianças e que esteja dentro do seu orçamento.

Gostou do conteúdo e quer esclarecer mais algumas dúvidas sobre plano de saúde familiar? Basta entrar em contato conosco! Será uma satisfação atendê-lo. 


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dezembro 19, 2018 Família0

Ah, o verão! Após um ano repleto de obrigações e de muito trabalho, chegou a hora de relaxar e curtir as férias de fim de ano. Com isso, chega também o momento de fazer o planejamento da viagem, que é temido por muitas pessoas. Para elas, uma das principais dúvidas é o que fazer na praia, especialmente quando há crianças pequenas envolvidas.

Nos dias atuais, realmente é um pouco complicado manter a atenção da criançada, especialmente devido ao hábito e à dependência que elas têm com a tecnologia. Felizmente, é possível atraí-las com as inúmeras possibilidades que o ambiente litorâneo oferece!

Gostaria de saber mais sobre esse tema? Está planejando uma viagem para a praia e não faz ideia de como distrair os pequenos no destino escolhido? Foi pensando em você que preparamos este artigo com algumas dicas infalíveis de diversão para crianças das mais variadas idades. Boa leitura!

Caminhar pela orla

Nem todas as atividades feitas na praia precisam envolver o mar ou ficar na areia. Passear pela orla pode ser muito divertido para crianças de todas as idades, além de ser um ótimo exercício físico. Experimente tirar fotos em regiões diferentes e conhecer atrações turísticas em família, sempre, é claro, respeitando as limitações de cada criança.

Praticar esportes

O clima da praia é muito propício para a prática dos mais variados esportes. Além de benéficos para a saúde, os exercícios físicos são muito divertidos. No entanto, lembre-se de caprichar no protetor solar, na alimentação e na hidratação, para evitar possíveis problemas desnecessários que podem estragar o momento de descontração.

Fazer castelos e desenhos na areia

Para quem não sabe o que fazer na praia, utilizar a areia como ferramenta de criação é sempre um clássico imperdível. Antes de viajar, compre kits específicos para auxiliar nessa tarefa e se divirta com as crianças desenhando e fazendo castelinhos na areia. Além de divertida, essa atividade é uma excelente maneira de exercitar a criatividade e outras habilidades cognitivas dos pequenos.

Juntar conchas

Ao passear pela orla ou pela praia, que tal coletar pequenas conchas e pedrinhas para fazer uma coleção? Esse tipo de atividade faz com que as crianças prestem mais atenção no ambiente ao seu redor e entrem em contato com a natureza, descobrindo animais e estruturas naturais que antes não seriam observadas.

Fazer um diário de viagem

Por fim, que tal vocês elaborarem um diário de viagem? Ele pode ser feito em uma espécie de álbum de fotografias, em que serão anotadas todas as atividades que foram feitas e registradas as fotografias tiradas. Ter um objetivo, como o de compor um ”livro”, pode deixar a criançada mais engajada e ansiosa para ver o resultado final do trabalho feito.

Viu como é fácil distrair as crianças? Agora que você já sabe o que fazer na praia com essa galerinha, não deixe de tomar as devidas precauções com a saúde dos pequenos, certo? Mantenha-os sempre hidratados e não negligencie o uso do protetor solar. Assim, a diversão estará garantida com muita segurança!

Ficou com alguma dúvida sobre o tema abordado no artigo? Caso a resposta seja sim, que tal entrar em contato com a gente para que possamos resolvê-la? A nossa equipe está sempre disponível para um bate-papo sobre saúde com você! Aguardamos o seu contato!


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dezembro 11, 2018 Família0

Como escolher um pediatra, em meio a tantos profissionais qualificados? Essa pode ser uma tarefa complicada para os pais, já que o médico escolhido será responsável pela saúde do filho por muitos anos.

Assim como a escolha do ginecologista, o ideal é que essa decisão seja tomada durante a gestação, para ter tempo de pesquisar, conhecer, entrevistar e pegar confiança no profissional que vai desempenhar um papel importante na sua família.  

Pensando nisso, neste texto, apresentaremos algumas dicas que ajudarão você a escolher o melhor pediatra para o seu filho. Acompanhe!

Sinta confiança no profissional

Há muitos médicos especializados em pediatria no mercado. Por isso, é importante que os pais sintam confiança no profissional escolhido.

Faça consultas de entrevista com o pediatra, exponha seus questionamentos e analise como ele se comporta quanto às suas dúvidas. Isso ajudará a criar uma relação de confiança com o médico que acompanhará a saúde e o crescimento do seu filho.

Uma outra opção é contratar um plano de saúde que inclua a família toda e que conte com especialistas variados, com foco em atendimento diferenciado.

Peça indicações

Ao escolher um pediatra, considere as indicações de amigos e familiares — eles poderão oferecer informações importantes, antes mesmo de você chegar a entrevistar o profissional. Ainda assim, não descarte conhecê-lo pessoalmente, para tirar suas próprias conclusões.

Na hora de pedir indicações, fale com quem já tem ao menos um ano de experiência com o médico. Assim, essa pessoa já terá uma opinião formada sobre ele, com base em um número considerável de consultas.

Pesquise sobre a linha de tratamento do médico

O pediatra precisa passar por cinco anos cursando medicina para se especializar em pediatria e suas segmentações. Durante esse período de estudos, é comum que ele faça outros cursos de especialização para agregar ainda mais conhecimento.

Pesquise sua linha de tratamento junto aos órgãos de medicina. Alie isso às boas indicações e questione sua área de estudo quando for à consulta de entrevista.

Veja a opinião do médico sobre assuntos que você tenha dúvidas, como vacinas, alimentação e quando procurar um médico, por exemplo. Quanto mais o conhecer, mais fácil será escolher o melhor.

Analise a agenda do médico

Outra questão importante é analisar como ele realiza as consultas, pois é comum um médico atender em mais de um hospital ou consultório. Por isso, entender como funciona a agenda dele e saber onde procurá-lo em caso de emergência vai facilitar a sua vida.

Veja, também, se ele disponibiliza um canal de fácil comunicação para tirar dúvidas ou resolver pequenos sustos. Um contato por telefone, e-mail ou, até mesmo, WhatsApp, já seria o suficiente.

Veja se ele leva jeito com crianças

Ao escolher um pediatra, é fundamental que você saiba como esse médico trata as crianças durante seus atendimentos. Afinal, não basta que ele seja um profissional qualificado e com certificações excelentes se, na hora de fazer a consulta, ele não levar jeito com seus pacientes.

Acima de tudo, é preciso que ele passe confiança também para o seu filho, para que esses encontros não se tornem tortura ou algo negativo na cabeça dele.

Como vimos, é importante ter cuidado ao escolher o pediatra, já que ele acompanhará a saúde e o desenvolvimento do seu filho por muitos anos. Apesar desse processo parecer complicado, com as nossas dicas, você certamente encontrará um médico de qualidade!

Agora que você já sabe como escolher um pediatra, que tal conhecer profissionais preocupados em proteger a saúde de toda a sua família? Então, entre em contato conosco e conheça nossos planos e serviços!


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novembro 27, 2018 Família0

Você sabia que existem várias formas de tratamento para bico de papagaio? O problema é bastante comum e causa fortes dores nas costas, dificultando a realização de atividades simples do dia a dia. Exercícios físicos, fisioterapia, uso de medicamentos e até cirurgias, para os casos mais graves, são algumas das opções recomendadas.

Mas, antes de detalhar as formas de tratar o problema, vamos falar sobre suas causas e sintomas. Continue lendo!

O que são os bicos de papagaio

Conhecidos popularmente como bicos de papagaio, os osteófitos são pequenas alterações na estrutura óssea, que causam uma doença chamada osteofitose. Levam esse nome por terem forma de um gancho que lembra o bico da ave, e surgem entre duas vértebras da coluna cervical, torácica ou lombar, provocando as famosas dores nas costas.

O disco intervertebral é responsável por estabilizar e absorver impactos na coluna. Quando ele se desgasta e perde a capacidade de exercer sua função, o organismo produz mais ossos entre as vértebras, levando à formação dos osteófitos. Além de questões genéticas, alguns fatores podem provocar tal desgaste, como os seguintes.

  • obesidade, que gera uma sobrecarga nas articulações;

  • problemas articulares como fraturas, lesões, inflamações e rupturas de ligamentos;

  • desidratação do disco intervertebral;

  • doenças reumáticas;

  • má postura, que é uma das principais causas do surgimento dos bicos de papagaio.

Os principais sintomas da doença incluem dores intensas nas costas e no pescoço, sensação de formigamento nos braços e nas pernas, redução da força muscular, movimentos limitados e alteração da sensibilidade.

Quais os tratamentos para bico de papagaio

Mais comum em pessoas com mais de 50 anos, a osteofitose não tem cura, mas pode ser controlada por meio de diversos tipos de tratamento para bico de papagaio, evitando as dores.

Medicamentos

Em momentos de crise, analgésicos e anti-inflamatórios podem ser recomendados pelos médicos para o alívio pontual de dores.    

Fisioterapia

Para casos mais leves, a fisioterapia e algumas atividades físicas específicas, como o pilates, são utilizadas para fortalecer a musculatura da coluna, reduzindo as dores consideravelmente.

Cirurgia

Em situações mais graves, com alterações significativas no alinhamento da coluna ou lesões nos nervos, talvez seja necessário recorrer à cirurgia para corrigir o problema.

Como se prevenir

Para evitar o surgimento dos bicos de papagaios, é importante adotar alguns hábitos que contribuem, ainda, para a saúde de forma geral.

Pratique atividades físicas

Manter o corpo em movimento é essencial para fortalecer os músculos. Caminhar, fazer alongamentos e praticar atividades de baixo impacto, como as realizadas na água, são ótimas opções para prevenir a doença.

Evite o sobrepeso

Responsável por uma série de doenças, a obesidade pode provocar o desgaste das articulações e, consequentemente, os bicos de papagaio. Por isso, é essencial manter a alimentação balanceada e o peso adequado.

Mantenha a postura correta

É importante ter atenção aos movimentos da coluna e sentar de maneira correta para evitar pequenas lesões e o surgimento dos osteófitos.

Embora a osteofitose não tenha cura, ninguém precisa viver com dor. Buscar o tratamento para bico de papagaio é essencial para ter bem-estar e uma vida de qualidade. Para encontrar a opção ideal, é preciso recorrer à orientação médica, uma vez que cada nível de desenvolvimento da doença requer um método diferenciado para tratar o problema.

Além disso, é muito importante prevenir a osteofitose por meio de medidas simples como se exercitar, manter o peso adequado e corrigir a postura, evitando ficar sentado por muito tempo.  

Agora que você já sabe tudo sobre tratamento para bico de papagaio, aproveite para curtir nossa página no Facebook e ficar por dentro de todas as novidades da área da saúde.


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outubro 24, 2018 Família0

Cuidar da saúde das crianças pode parecer um desafio, mas não há razões para acreditar que isso pode ser um problema. Apesar de serem misteriosos e cheios de personalidade, a relação com os pequenos não precisa ser necessariamente um campo de batalhas. Com alguns cuidados, é possível garantir a qualidade de vida dessa galerinha e mantê-los sempre saudáveis.

As crianças estão em fase de crescimento e, por isso, alguns fatores merecem uma atenção redobrada por parte de pais e responsáveis. Esses cuidados garantem um desenvolvimento adequado e fazem com que eles se tornem, no futuro, adultos mais saudáveis e com poucos problemas de saúde.

Não sabe quais cuidados são esses? Não se preocupe! A seguir, preparamos uma pequena lista com alguns pontos que não podem ser deixados de fora ao lidarmos com crianças das mais variadas idades. Boa leitura!

1. Atenção com a saúde bucal

Fazer com que as crianças cuidem da higiene bucal pode ser um desafio. A maioria delas acredita que essa é uma tarefa chata e que há muitas coisas melhores para se fazer com o tempo livre, certo? Por isso, é necessário ‘’ficar em cima’’ e garantir que a higienização seja feita com frequência, além de priorizar lanches mais saudáveis na merenda escolar.

Isso garante a saúde bucal e previne uma série de problemas nos dentes e na boca, que é a porta de entrada para diversas bactérias. De certa forma, os problemas que surgem na região podem afetar o corpo inteiro e,  inclusive, fazer com que os pequenos sejam adultos com problemas recorrentes na área. Fique ligado!

2. Manter a vacinação em dia

As vacinas são um incrível avanço da ciência e o seu desenvolvimento foi o responsável por salvar milhões de vidas. O Brasil é, atualmente, um exemplo no ramo e o seu programa de vacinação é admirado por muitas outras nações.

A vacinação só não deve ser aplicada em casos específicos, sempre com a recomendação de um médico e uma minuciosa avaliação de cada paciente. Por isso, é essencial manter a caderneta de seu filho sempre atualizada para evitar problemas sérios de saúde, que podem ser facilmente prevenidos.

3. Cuidar da alimentação

A alimentação é o combustível de nosso organismo. É por meio dela que conseguimos os nutrientes (como as vitaminas e os minerais) necessários para garantir que todas as reações de nosso organismo sejam realizadas da maneira adequada.

Quando falamos sobre crianças em fase de crescimento, isso se torna ainda mais importante. Forneça uma alimentação diversificada para a criançada, bem colorida e balanceada em relação aos principais grupos alimentares.

4. Garantir estímulos cognitivos

Trabalhar as habilidades cognitivas (que envolvem a memorização, raciocínio lógico, coordenação motora etc.) é fundamental para o desenvolvimento adequado e a saúde das crianças.

Para isso, é necessário fornecer um ambiente enriquecido para que os pequenos convivam. Invista em atividades enriquecedoras, como a música, o desenho ou o teatro, que trabalham de forma generalizada todas essas questões.

5. Dar muito carinho e atenção

Por fim, mas não menos importante, é necessário falar sobre a atenção e o carinho desprendidos às crianças. Evite brigas, gritos ou punições desnecessárias e lembre-se que aquele ser está em constante evolução, aprendizado e desenvolvimento.

Por isso, seja gentil e faça com que a criança cresça em um ambiente amigável e seguro. Isso formará um adulto mais tranquilo, integrado socialmente e muito saudável em vários sentidos!

Gostou de conhecer essas dicas de cuidados com a saúde das crianças? Como podemos ver, elas abrangem tanto fatores físicos quanto os psicológicos, fundamentais para garantir um desenvolvimento adequado, saudável e permitir que os pequenos tenham muita qualidade de vida ao crescer!

Para conferir outros artigos como este e ficar por dentro de todas as novidades da BlueMed, que tal seguir as nossas páginas nas redes sociais? Assim, você não perde nenhum conteúdo e recebe dicas frequentes de como cuidar de sua família da melhor maneira possível. Estamos no Facebook e no LinkedIn!


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outubro 17, 2018 Família0

O corpo humano passa, no decorrer de sua vida, por muitas alterações significativas. A maioria delas diz respeito ao envelhecimento natural das células e as mudanças nos ciclos hormonais, especialmente quando falamos sobre as pessoas do sexo feminino. Por conta disso, conhecer os sintomas da menopausa e saber um pouco mais sobre esse período é fundamental.

A menopausa é uma etapa que marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Durante esse período, o corpo feminino para de produzir alguns hormônios e ocorre o fim da menstruação. Não há, de maneira geral, uma idade para isso ocorrer. Em alguns casos, ela pode se iniciar aos 40 anos e, em outras, acima dos 50.

Mas, afinal, quais são esses sintomas? Como podemos reconhecê-los e ter uma transição muito mais tranquila entre a vida fértil e o fim do período reprodutivo? Pensando nessas dúvidas, criamos este artigo que cita alguns dos principais sinais envolvidos com a menopausa. Boa leitura!

1. Ondas de calor

Provavelmente um dos sintomas mais conhecidos e característicos da menopausa, as ondas de calor podem ser um grande problema na vida das mulheres que passam por essa mudança.

Eles podem ocorrer durante o dia ou mais comumente na parte da noite, chegando até mesmo a acordar as mulheres. Esse problema é caracterizado pela súbita sensação de calor, acompanhada de muito suor e desconforto. O sintoma vai e vem muito rápido, sendo seguido por uma sensação de frio.

2. Menstruação irregular

O segundo sinal mais clássico da chegada da menopausa é a irregularidade de menstruação. Com as alterações hormonais, é muito comum que os ciclos menstruais fiquem mais espaçados e inconsistentes.

Além da irregularidade na frequência, é comum observar algumas mudanças na intensidade do fluxo e na duração de dias de cada ciclo. Esse tipo de imprevisibilidade é um dos principais sintomas da menopausa, indicando que as mudanças estão acontecendo e que logo mais a sua menstruação cessará definitivamente.

3. Alterações de humor

As alterações de humor são uma característica presente em todo o ciclo reprodutivo das mulheres, e após o seu fim elas ainda marcam uma presença considerável.

Isso acontece, novamente, por conta das flutuações hormonais típicas dessa etapa. A falta de certos hormônios e o desequilíbrio dessas substâncias na corrente sanguínea podem ocasionar mudanças no humor. Isso também pode ser resolvido com a suplementação necessária ou alterações em hábitos cotidianos, como a prática de atividades físicas.

4. Redução da libido

Embora algumas mulheres na menopausa digam que sentem alterações positivas na libido, o mais comum é acontecer o contrário — especialmente no início das mudanças. Isso pode, pouco a pouco, se normalizar, ainda mais com a ajuda médica especializada.

Outro problema sexual bastante recorrente nessa etapa é a diminuição da lubrificação vaginal, por conta das alterações hormonais que acontecem no período. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental para garantir o equilíbrio nessas áreas.

5. Mudanças físicas

Por fim, as mudanças físicas marcam presença nas alterações sofridas durante o período da menopausa. Elas também são causadas pelas mudanças no fluxo de hormônios, que são responsáveis pela manutenção de diversas reações em nosso organismo.

Algumas das mudanças mais características são: cabelo mais seco, pele mais fina, ganho de peso, rigidez nas articulações, entre outras. Novamente, o acompanhamento médico é essencial para garantir que tais mudanças não ocorram ou sejam adiadas.

Como podemos ver, os sintomas da menopausa podem ser, ao mesmo tempo, muito inespecíficos e muito característicos. Por isso, reconhecê-los é fundamental para passar por uma transição tranquila entre as fases. Caso note algum dos sinais, procure um ginecologista e tire as suas dúvidas sobre essa nova etapa, garantindo muito mais qualidade de vida!

Gostou deste artigo? Então, que tal saber um pouco mais sobre os benefícios da caminhada, prática que pode ser muito benéfica para mulheres que estão na menopausa?


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outubro 5, 2018 Família0

Como já dizia o ditado popular, ‘’é melhor prevenir do que remediar’’. A prevenção é amiga número um do ser humano e é fundamental para evitar diversas doenças graves. Por isso, existe o autoexame das mamas, que consiste em apalpá-las, de preferência logo após a menstruação e uma vez por mês.

Tal ação previne o câncer de mama, que é o mais comum nas mulheres e considerado o segundo mais frequente no mundo, com 25% dos casos. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), os índices de mortes relacionadas à doença ainda são altíssimos, possivelmente porque ela só é descoberta em estágio avançado. O autoexame das mamas entra como um auxiliar no diagnóstico e responde por 50% da detecção dos casos malignos.

Por isso, é importante que você se informe sobre o assunto para entender o valor da prevenção e como o exame pode ser feito. Então, não se preocupe. Continue a leitura que falaremos mais desse tema!

Importância do autoexame das mamas

Como dito, esse tipo de exame ajuda no rastreamento do câncer de mama e pode evitar que ele prossiga para um estágio avançado, o que aumenta as chances de cura. A prática não substitui a sua participação em um programa de rastreamento completo, mas é importante por ajudar a conhecer o próprio corpo e fornecer ao médico informações importantes que ajudam na antecipação do diagnóstico.

Algumas mulheres pertencem a um grupo maior de risco, como as que têm um forte histórico familiar de câncer de mama/ovário, aquelas tratadas com radioterapia na adolescência/infância e as portadoras de lesões pré-malignas da mama.

Para esses casos específicos, é recomendado um rastreamento em idades mais precoces na faixa dos 25 anos. O autoexame das mamas ajuda no diagnóstico e deve ser realizado, preferencialmente, junto com exames clínicos e de imagem.

Quanto mais cedo se descobre o câncer, maiores são as chances de sobrevida, e o exame clínico deve ser realizado anualmente. Existem faixas etárias com incidências maiores da doença, como a partir dos 40 anos, sendo a mamografia mais recomendada aos 35 e o autoexame a partir dos 21 anos.

Maneiras de fazer o exame

O autoexame pode ser feito em frente ao espelho, no banho ou em posição deitada. Em frente ao espelho, levante os braços e confira se a mudança de posição altera o contorno e a superfície das mamas. Deitada, faça movimentos circulares e aperte os seios levemente com os dedos. No banho, eleve o braço esquerdo e deslize os dedos da mão direita sobre a mama esquerda, estendendo até a axila. Repita o movimento do outro lado.

Caso você sentir algum nódulo, mudança na textura ou no tamanho durante o autoexame das mamas, procure um ginecologista. A partir disso, será realizado o exame clínico que detectará como mais clareza se você possui a doença ou não, a fim de aumentar as chances de cura.

E aí, gostou do nosso texto e acha que ele pode ser útil para outras pessoas? Então, compartilhe nas redes sociais e ajude outras mulheres e entenderem a importância do autoexame das mamas!


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setembro 26, 2018 Família0

Uma dúvida frequente no universo feminino se refere a como escolher um ginecologista. Essa especialidade médica atua na prevenção e tratamento dos distúrbios no sistema reprodutor, bem como orientações sobre a sexualidade.

Considerado como um clínico da mulher, também diagnostica irregularidades no coração, ossos e aparelho digestivo. Dessa forma, é importante saber identificar um médico de confiança e manter as consultas em dia para obter tratamento rápido, quando necessário.

Pensando nessa questão, elaboramos este artigo com informações sobre os principais pontos a serem considerados na escolha de um ginecologista e esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação ao assunto. Confira!

Como escolher um ginecologista de confiança?                       

Para ficar à vontade nesse momento é necessário escolher um profissional que facilite o processo permitindo fazer perguntas e escutando com respeito, atenção e ética profissional.

Mas, como fazer a escolha certa? A seleção pode ser iniciada com indicações e pesquisas na internet. Veja a seguir, algumas dicas de como fazer isso!

Verifique as suas necessidades

Há 2 tipos de especialistas para cuidar da saúde feminina — o ginecologista e o que tem uma especialização em obstetrícia.

O ginecologista acompanha as pacientes nos aspectos gerais do sistema reprodutor feminino, como menstruação, entre outros. Deve ser procurado assim que a mulher se inicia na vida sexual, quando perceber alterações hormonais ou sinais de doenças ginecológicas.

O obstetra, por sua vez, é o médico que atende a mulher quando há uma intenção de engravidar ou quando já está grávida. Acompanha o desenvolvimento do feto e a saúde da futura mãe, até o pós-parto.

Peça indicação às amigas e familiares

A busca por um profissional que atenda as nossas expectativas, pode começar por indicações de familiares ou amigas. As impressões das pessoas que se consultaram com um determinado médico podem ser de grande valia nesse momento.

Dessa forma, é importante perguntar sobre a maneira de atendimento e o perfil profissional para analisar se atende às suas expectativas.

Pesquise o perfil profissional na internet

A tecnologia pode ajudar muito nessa escolha. É possível verificar o perfil profissional do médico em redes sociais, sites médicos, associações e outros.

Dados como formação, especializações e atualizações do conhecimento, são importantes para identificar qualidades diferenciadas que indiquem maior confiança.

Veja se o consultório é confortável

Observe o conforto que o consultório oferece. Poder ler revistas novas ou assistir a TV, são opções que auxiliam no alívio da tensão e nervosismo antes de ser atendido.

Outro aspecto muito importante a ser considerado se refere à higiene do local. Verifique se os acessórios de consulta estão limpos e se o protetor da maca foi trocado para o seu atendimento.

Confira a localização

Procure saber se o profissional atende em mais de um endereço, ou mesmo próximo à sua casa.

A localização facilitada é importante para evitar possíveis desgastes com o trânsito ou dificuldades para chegar ao consultório.

Quando se deve procurar um ginecologista obstetra?

O obstetra deve ser procurado quando houver indícios de gravidez para exames e acompanhamentos até o pós-parto. Veja, a seguir, alguns aspectos que devem ser considerados.

Avalie o profissional na primeira consulta

Verifique o comportamento profissional, desde solicitações de exames para embasamento de diagnósticos, até o aspecto ético no atendimento. Busque informações confiáveis em sites que disponibilizam dados profissionais.

Um bom obstetra deve estar sempre disponível ou ter um substituto de confiança, previamente apresentado, para casos de emergências na gravidez, como sangramentos.

Assegure-se dos seus direitos às informações

Profissionais que não aceitam questionamentos, não são bons médicos. O direito à informação é imprescindível e deve ser respeitado.

As dúvidas devem ser sanadas e todas as informações precisam ser comentadas de forma clara e objetiva.

Nesse sentido, é de fundamental importância ter confiança e eleger um profissional que possa acompanhar a saúde da mulher na adolescência, gravidez, menopausa e cuidados com a saúde na pós-menopausa.

Conforme pudemos observar, saber como escolher um ginecologista pode fazer muita diferença para eleger um médico que atenda as expectativas e seja de confiança.

Gostou deste artigo? Para saber mais como manter a saúde em dia, leia também o nosso post sobre saúde preventiva que trata dos 5 exames e acompanhamentos médicos mais importantes!


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setembro 14, 2018 Família0

Todo mundo que deseja cuidar da família precisa, também, se cuidar para ter mais disposição. E não existe forma mais fácil de conseguir isso do que aliar os exercícios físicos, necessários a boa qualidade de vida, a algo divertido. Então, que tal realizar uma caminhada na praia?

A vista agradável e a brisa marítima podem lhe ajudar a se exercitar, sem colocar a preguiça na frente. E se o dia for de luz, festa de sol e o barquinho a deslizar no macio azul do mar como diz a canção  fica ainda mais fácil e prazeroso.

Ficou curioso para saber quais são os benefícios de uma caminhada na praia? Então, continue a leitura e confira 4 vantagens dessa prática e os cuidados essenciais que você precisa ter. Vamos lá?

1. Receba vitamina D

A vitamina D é fundamental para melhorar a absorção de cálcio e fortalecer os ossos. No entanto, 90% do que é adquirido dela pelo homem vem do sol e apenas 10% são absorvidos por meio da alimentação. Então, imagine como uma caminhada de 20 minutos no início da manhã, preferencialmente antes das 10 horas, em que o sol se torna mais nocivo, pode fazer bem para o seu corpo.

No entanto, é muito importante que você não esqueça a hidratação para repor os líquidos perdidos pelo suor. Manter-se hidratado é essencial para ajudar a eliminar toxinas presentes no organismo, bem como melhorar a qualidade de vida.

Além disso, durante esse curto período de 20 minutos e nos horários indicados, os médicos recomendam não usar protetor solar para que a produção de nutrientes não seja impedida por ele. Porém, pessoas de pele muito clara devem sempre usar proteção e reduzir o tempo e a frequência de exposição ao sol. Boné e viseiras também podem ser boas opções.

2. Gasta mais calorias

Você sabia que as queimas de calorias são maiores na areia? Pesquisadores afirmam que essa diferença chega a ser 60% maior do que em pisos duros, como o asfalto. O motivo para isso é que ao pisar no chão macio, o seu pé afunda e obriga os músculos inferiores a fazerem mais esforço para se movimentarem.

Mas, para que tudo ocorra bem, você precisa ficar atento a alguns cuidados. Entre eles:

  • fazer um bom aquecimento para preparar o corpo e evitar lesões. Corridas leves e pequenos alongamentos podem resolver;

  • escolher o treino certo para que o seu corpo não seja sobrecarregado. Caso você fique muito desgastado ao correr na areia fofa, experimente ir para a molhada, que exige menos esforço;

  • usar roupas adequadas e com materiais leves que facilitam a evaporação do suor e ajudam a controlar a temperatura do corpo.

3. Melhora a coordenação motora

Como a superfície da areia é irregular, o seu corpo vai ser forçado a fazer constantes adaptações para se manter na posição correta. Isso gera mais equilíbrio, força, velocidade e flexibilidade, o que proporciona uma maior coordenação motora.

Porém, preste atenção na escolha do tênis e evite os de solado pesado. Os flexíveis facilitam o contato com a areia e aumentam o equilíbrio. Além disso, alguns médicos recomendam ir descalço quando se trata apenas de uma caminhada na praia.

4. Controla o estresse

Os exercícios físicos, de uma forma geral, aumentam os hormônios relacionados ao bem-estar e permite que você relaxe. Porém, entrar em contato com a natureza por meio de uma caminhada na praia dobra as chances de isso acontecer.

Estudos mostram que as pessoas que passam mais tempo ao ar livre e em contato com a natureza, principalmente em praias, apresentam menos chances de ter problemas relacionados ao estresse.

Portanto, tenha em mente que a caminhada na praia é um exercício sem custo e muito fácil de começar. E para torná-la ainda mais divertida você pode chamar a sua família para lhe acompanhar nas atividades ao ar livre.

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setembro 12, 2018 Família0

Pais e responsáveis sabem como é difícil promover uma alimentação saudável para crianças. Os pequenos são cheios de personalidade e igualmente teimosos, o que torna a inserção de novos ingredientes um verdadeiro desafio, especialmente quando falamos sobre frutas e legumes variados.

Uma alimentação equilibrada e repleta de nutrientes é, em contrapartida, essencial para o desenvolvimento adequado da criançada. Eles precisam de muita energia, vitaminas e minerais para crescerem e aprenderem cada vez mais.

Felizmente, é possível tornar essa tarefa um pouco mais fácil com algumas dicas muito simples e bem práticas. Quer saber quais são elas? Basta continuar a leitura deste post e conferi-las logo abaixo!

Crie um cardápio semanal

Embora pareça chata e desagradável, a rotina é fundamental para o desenvolvimento das crianças. Com ela, os pequenos aprendem a controlar as expectativas e começam a entender o funcionamento do mundo real, desenvolvendo mais responsabilidade e senso de realidade.

Por isso, a criação de um cardápio semanal é muito recomendada. Ele pode ser feito em conjunto com a criançada, escrito em uma folha e decorado pela própria criança. Em seguida, pode ser pendurado em um lugar de fácil visualização para que o pequeno saiba o que estará no menu de cada dia de sua semana.

Estabeleça o ‘’dia do novo’’

O dia do novo é uma estratégia muito eficiente que deve estar contida no cardápio semanal. Juntos, vocês selecionarão um dia da semana para tentar alguns ingredientes novos, sempre sem preconceito. Participe você também da brincadeira e inclua aqueles alimentos que você nunca experimentou.

Com a participação de toda família e o clima de brincadeira e diversão, é muito mais fácil fazer com que a criança aceite novos sabores e, quem sabe, até aprenda a gostar de ingredientes completamente inéditos.

Faça pratos divertidos

A apresentação dos pratos é essencial para todos os que irão fazer a refeição, sejam eles adultos ou crianças. Independentemente da idade, os seres humanos iniciam o ato de comer por meio dos olhos.

Por isso, pratos coloridos e divertidos são inegavelmente mais atraentes para a criançada. Brinque com os ingredientes e crie formas geométricas, personagens ou animaizinhos para fazer com que eles se sintam mais atraídos pela refeição.

Peça a ajuda da criança

Muitas vezes, as crianças veem o ato de comer como uma obrigação, principalmente por conta da obrigatoriedade de ingerir certos ingredientes não tão apetitosos. Por isso, cria-se uma relação nada saudável com os alimentos, o que pode gerar problemas sérios no futuro.

Um passo importantíssimo para fazer as crianças gostarem de sua comida é inseri-las no preparo. Peça a ajuda dos pequenos para cortar os produtos mais simples (sempre com supervisão!), amassar batatas, mexer panelas e montar os pratos. Essa relação mais direta fará com que eles percebam que comer é muito divertido!

E aí, gostou de conhecer essas dicas para incentivar uma alimentação saudável para crianças? Seguindo esses passos, fica muito mais fácil inserir novos sabores nas refeições diárias da criançada e garantir muito mais qualidade de vida e saúde para que eles cresçam e se desenvolvam a todo vapor!

Conhece outras pessoas que têm crianças pequenas e com um apetite caprichoso em suas famílias? Então, que tal compartilhar este artigo em suas redes sociais para que todos fiquem por dentro dessas dicas?


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