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Bem-vindo ao blog da Blue Med Saúde

A Blue Med é apaixonada por cuidar. Proteger as famílias que atendemos é o que nos move há mais de 90 anos.

Entendemos, porém, que muitas vezes a saúde é apenas uma questão de conhecimento.
Saber quais práticas adotar em relação à exercícios, alimentação e hábitos no geral pode ser a chave para atingir uma vida mais saudável e longeva.

Por isso, decidimos reunir nossos 94 anos de experiência na área da saúde neste blog, onde semanalmente você encontrará novas dicas e conselhos sobre como renovar seu bem-estar e energias para encarar os desafios que a vida nos proporciona.

Fique por dentro das novidades do blog Blue Med Saúde.


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maio 9, 2019 Notícias0

Gostaríamos de alertar a todos associados PF, Sênior, PME ou PJ que realizamos alterações no site e padronizamos as senhas da seguinte maneira:

O login é o número do contrato, que tem descrito na carteirinha;
Pessoa Física e Sênior: A senha é os 05 primeiros números do CPF;
PME e PJ: A senha é os 05 primeiros números do CNPJ;

Outra novidade, é a nova atualização no aplicativo da Blue Med Saúde.
Agora é possível retirar a 2ª via do boleto sem ter que solicitar por e-mail, facilitando o seu dia a dia.

Em caso de dúvidas entre em contato com o SAC ou atendimento pessoal.


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março 28, 2019 Notícias0

Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no dia 01 de abril de 2019 no Auditório do Hospital Cantareira, antigo Hospital João Evangelista, sito a Av. Nova Cantareira, 3050 – Tucuruvi, nesta capital às 08:00 horas em 1.a convocação, com a presença de 1/3 dos associados, ou às 8.30 horas com qualquer número (Art. 17 do Estatuto).


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janeiro 17, 2019 Família0

Você já imaginou ver o seu pequeno passando mal e ter que esperar por incontáveis dias na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para conseguir uma consulta? Esse não é, nem de longe, o cenário desejado, não é mesmo?

É nesse sentido que surge a importância de contratar um plano de saúde que inclua toda a família. Assim, você terá acesso a bons hospitais e o melhor: com preços acessíveis e em um curto espaço de tempo. 

Contudo, antes de decidir qual plano de saúde familiar e operadora contratar, é fundamental levar em consideração alguns aspectos. Quer saber quais são? Continue a leitura!

Modalidade

Sabia que existe 4 tipos distintos de modalidade de planos de saúdes? É isso mesmo. O ambulatorial, o hospitalar, o hospitalar com obstetrícia e o referência. O primeiro contempla um atendimento mais amplo, incluindo consultas médicas ilimitadas e emergências. Não para por aí. Nele também está disponível assistências médicas e procedimentos de urgência  em ambiente ambulatorial nas primeiras 12 horas.

Já o segundo, como o próprio nome sugere, se restringe ao atendimento hospitalar. Isso significa que consultas e exames fora desse ambiente não são cobertos. Vale destacar que essa modalidade propicia internações hospitalares sem limitações. O hospitalar com obstetrícia se difere do anterior apenas por que inclui os cuidados da mamãe e do bebê durante a gestação.

Em contrapartida, o plano referência é um dos mais completo, visto que é a união dos planos ambulatorial e hospitalar com obstetrícia. 

Rede credenciada

Com certeza você já percebeu que determinados hospitais aceitam só alguns planos, certo? É por isso que é fundamental analisar quais são as redes credenciadas  desde hospitais até clínicas e laboratórios. 

Analise, nesse sentido, se o plano contempla nomes de destaques e que são referência na área da saúde. Afinal, você quer que toda a sua família tenha acesso aos melhores médicos, não é mesmo?

Cobertura do plano

Outra questão que deve ser avaliada com cuidado é a cobertura do plano. Leia com atenção quais são as regras, principalmente no que diz respeito as exclusões de cobertura abordadas em contrato e compare com as demais operadoras.

Verifique ainda quais são as coberturas mínimas para cada modalidade. Essa simples ação é a melhor forma para que você evite surpresas desagradáveis. 

Tempo de espera

Imprevistos ocorrem o tempo todo, concorda? E quando você menos esperar, o seu pimpolho, por exemplo, pode necessitar de um procedimento ou exame. Só que cada plano e/ou operadora tem um tempo específico para disponibilizar a solicitação. Vale ressaltar que esse prazo varia de acordo com a complexidade e gravidade da demanda. Nesse contexto, é essencial ler com atenção o contrato, certificando-se de que o tempo de espera é plausível e, acima de tudo, justo.

Pode apostar: ao analisar, cuidadosamente, todos esses aspectos, você conseguirá decidir qual o melhor plano para a sua família. Lembre-se de que o importante aqui é contratar um serviço que vai atender tanto as necessidades dos adultos quanto das crianças e que esteja dentro do seu orçamento.

Gostou do conteúdo e quer esclarecer mais algumas dúvidas sobre plano de saúde familiar? Basta entrar em contato conosco! Será uma satisfação atendê-lo. 


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dezembro 19, 2018 Família0

Ah, o verão! Após um ano repleto de obrigações e de muito trabalho, chegou a hora de relaxar e curtir as férias de fim de ano. Com isso, chega também o momento de fazer o planejamento da viagem, que é temido por muitas pessoas. Para elas, uma das principais dúvidas é o que fazer na praia, especialmente quando há crianças pequenas envolvidas.

Nos dias atuais, realmente é um pouco complicado manter a atenção da criançada, especialmente devido ao hábito e à dependência que elas têm com a tecnologia. Felizmente, é possível atraí-las com as inúmeras possibilidades que o ambiente litorâneo oferece!

Gostaria de saber mais sobre esse tema? Está planejando uma viagem para a praia e não faz ideia de como distrair os pequenos no destino escolhido? Foi pensando em você que preparamos este artigo com algumas dicas infalíveis de diversão para crianças das mais variadas idades. Boa leitura!

Caminhar pela orla

Nem todas as atividades feitas na praia precisam envolver o mar ou ficar na areia. Passear pela orla pode ser muito divertido para crianças de todas as idades, além de ser um ótimo exercício físico. Experimente tirar fotos em regiões diferentes e conhecer atrações turísticas em família, sempre, é claro, respeitando as limitações de cada criança.

Praticar esportes

O clima da praia é muito propício para a prática dos mais variados esportes. Além de benéficos para a saúde, os exercícios físicos são muito divertidos. No entanto, lembre-se de caprichar no protetor solar, na alimentação e na hidratação, para evitar possíveis problemas desnecessários que podem estragar o momento de descontração.

Fazer castelos e desenhos na areia

Para quem não sabe o que fazer na praia, utilizar a areia como ferramenta de criação é sempre um clássico imperdível. Antes de viajar, compre kits específicos para auxiliar nessa tarefa e se divirta com as crianças desenhando e fazendo castelinhos na areia. Além de divertida, essa atividade é uma excelente maneira de exercitar a criatividade e outras habilidades cognitivas dos pequenos.

Juntar conchas

Ao passear pela orla ou pela praia, que tal coletar pequenas conchas e pedrinhas para fazer uma coleção? Esse tipo de atividade faz com que as crianças prestem mais atenção no ambiente ao seu redor e entrem em contato com a natureza, descobrindo animais e estruturas naturais que antes não seriam observadas.

Fazer um diário de viagem

Por fim, que tal vocês elaborarem um diário de viagem? Ele pode ser feito em uma espécie de álbum de fotografias, em que serão anotadas todas as atividades que foram feitas e registradas as fotografias tiradas. Ter um objetivo, como o de compor um ”livro”, pode deixar a criançada mais engajada e ansiosa para ver o resultado final do trabalho feito.

Viu como é fácil distrair as crianças? Agora que você já sabe o que fazer na praia com essa galerinha, não deixe de tomar as devidas precauções com a saúde dos pequenos, certo? Mantenha-os sempre hidratados e não negligencie o uso do protetor solar. Assim, a diversão estará garantida com muita segurança!

Ficou com alguma dúvida sobre o tema abordado no artigo? Caso a resposta seja sim, que tal entrar em contato com a gente para que possamos resolvê-la? A nossa equipe está sempre disponível para um bate-papo sobre saúde com você! Aguardamos o seu contato!


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dezembro 11, 2018 Família0

Como escolher um pediatra, em meio a tantos profissionais qualificados? Essa pode ser uma tarefa complicada para os pais, já que o médico escolhido será responsável pela saúde do filho por muitos anos.

Assim como a escolha do ginecologista, o ideal é que essa decisão seja tomada durante a gestação, para ter tempo de pesquisar, conhecer, entrevistar e pegar confiança no profissional que vai desempenhar um papel importante na sua família.  

Pensando nisso, neste texto, apresentaremos algumas dicas que ajudarão você a escolher o melhor pediatra para o seu filho. Acompanhe!

Sinta confiança no profissional

Há muitos médicos especializados em pediatria no mercado. Por isso, é importante que os pais sintam confiança no profissional escolhido.

Faça consultas de entrevista com o pediatra, exponha seus questionamentos e analise como ele se comporta quanto às suas dúvidas. Isso ajudará a criar uma relação de confiança com o médico que acompanhará a saúde e o crescimento do seu filho.

Uma outra opção é contratar um plano de saúde que inclua a família toda e que conte com especialistas variados, com foco em atendimento diferenciado.

Peça indicações

Ao escolher um pediatra, considere as indicações de amigos e familiares — eles poderão oferecer informações importantes, antes mesmo de você chegar a entrevistar o profissional. Ainda assim, não descarte conhecê-lo pessoalmente, para tirar suas próprias conclusões.

Na hora de pedir indicações, fale com quem já tem ao menos um ano de experiência com o médico. Assim, essa pessoa já terá uma opinião formada sobre ele, com base em um número considerável de consultas.

Pesquise sobre a linha de tratamento do médico

O pediatra precisa passar por cinco anos cursando medicina para se especializar em pediatria e suas segmentações. Durante esse período de estudos, é comum que ele faça outros cursos de especialização para agregar ainda mais conhecimento.

Pesquise sua linha de tratamento junto aos órgãos de medicina. Alie isso às boas indicações e questione sua área de estudo quando for à consulta de entrevista.

Veja a opinião do médico sobre assuntos que você tenha dúvidas, como vacinas, alimentação e quando procurar um médico, por exemplo. Quanto mais o conhecer, mais fácil será escolher o melhor.

Analise a agenda do médico

Outra questão importante é analisar como ele realiza as consultas, pois é comum um médico atender em mais de um hospital ou consultório. Por isso, entender como funciona a agenda dele e saber onde procurá-lo em caso de emergência vai facilitar a sua vida.

Veja, também, se ele disponibiliza um canal de fácil comunicação para tirar dúvidas ou resolver pequenos sustos. Um contato por telefone, e-mail ou, até mesmo, WhatsApp, já seria o suficiente.

Veja se ele leva jeito com crianças

Ao escolher um pediatra, é fundamental que você saiba como esse médico trata as crianças durante seus atendimentos. Afinal, não basta que ele seja um profissional qualificado e com certificações excelentes se, na hora de fazer a consulta, ele não levar jeito com seus pacientes.

Acima de tudo, é preciso que ele passe confiança também para o seu filho, para que esses encontros não se tornem tortura ou algo negativo na cabeça dele.

Como vimos, é importante ter cuidado ao escolher o pediatra, já que ele acompanhará a saúde e o desenvolvimento do seu filho por muitos anos. Apesar desse processo parecer complicado, com as nossas dicas, você certamente encontrará um médico de qualidade!

Agora que você já sabe como escolher um pediatra, que tal conhecer profissionais preocupados em proteger a saúde de toda a sua família? Então, entre em contato conosco e conheça nossos planos e serviços!


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dezembro 6, 2018 Empresa0

Embora ainda não seja adotado por muitas empresas, o investimento na prevenção de doenças é de fundamental importância tanto para o negócio quanto para os funcionários. Para tanto, é necessário implementar ações voltadas a esse objetivo.

Um dos principais benefícios é a melhoria da saúde do trabalhador, com a redução dos índices de presenteísmo e absenteísmo. Com isso, há manutenção da produtividade obtida por meio da satisfação e motivação dos funcionários.

Para um melhor entendimento sobre o assunto elaboramos este artigo, no qual reunimos informações que aborda a importância desse investimento, as suas vantagens e algumas das principais ações que podem ser praticadas. Confira!

Qual a importância de investir na prevenção de doenças?

O estresse no trabalho impacta diretamente na produtividade dos funcionários. Segundo pesquisa recente da Isma-Br, representante da International Stress Management Association (organização sem fins lucrativos), 9 em cada 10 trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de ansiedade, em graus leves ou severos e 47% apresenta algum nível de depressão.

Funcionários estressados sofrem déficit de atenção, o que prejudica o desempenho. Além disso, o índice de faltas causa uma sobrecarga de trabalho aos colaboradores que não apresentam o distúrbio e, por consequência, ocorre um declínio na produtividade.

Dessa forma, é de fundamental importância traçar um plano de ação e investir na garantia da saúde do trabalhador.

Quais as vantagens desse investimento?

O investimento na prevenção da saúde do trabalhador apresenta várias vantagens para a empresa e seus colaboradores. Ações voltadas para esse objetivo proporcionam uma melhoria da qualidade de vida no trabalho.

Dessa forma, uma das principais vantagens é o aumento da produtividade, pois evita o estresse no trabalho e reduz o índice de faltas, afastamentos e processos trabalhistas.

Quais as ações que podem ser adotadas?

Algumas ações simples têm um custo-benefício muito interessante e podem levar a excelentes resultados para a prevenção de doenças e acidentes na empresa. Veja, a seguir, as principais práticas que podem ser adotadas!

Oferecer plano de saúde empresarial

A oferta de um plano de saúde empresarial aos colaboradores é uma excelente estratégia. Muitas vezes o estresse se inicia na vida pessoal, com preocupações em não conseguir arcar com uma assistência médica.

Dessa forma, o trabalhador pode exercer as atividades de maneira mais tranquila e cuidar de modo preventivo de potenciais problemas de saúde.

Manter uma boa infraestrutura no ambiente

Essa é uma ação imprescindível para reduzir riscos de acidentes e possível desenvolvimento de doenças ocupacionais. Portanto, é preciso fazer manutenção do local, dos equipamentos e mobiliários frequentemente, a fim de assegurar o atendimento às regras da ergonomia.

Promover palestras sobre prevenção a doenças e riscos

Mesmo contando com uma boa infraestrutura, os colaboradores necessitam de orientações para utilizar os equipamentos de segurança. Nesse sentido, é importante investir em treinamentos e palestras que conscientizam.

Os temas abordados devem tratar de ergonomia, tempo de pausas, formas de evitar o estresse e alimentação saudável. Outra excelente prática que pode ser adotada é a ginástica laboral, pois proporciona bem-estar físico e mental aos colaboradores.

Supervisionar o uso de equipamentos de segurança

Além dessas orientações, também é importante conferir se os funcionários estão utilizando os equipamentos de maneira adequada. Esse é o meio mais seguro de proteger a saúde da equipe e a empresa de possíveis processos.

Respeitar a carga horária dos colaboradores

As horas extras devem ser evitadas ao máximo. A produtividade fundamentada em excesso de trabalho é ilusória. Quando utilizada de maneira sistemática, provoca cansaço e estresse, já que o tempo de descanso não foi respeitado.

A consequência é a diminuição do rendimento e aumento de possíveis acidentes no trabalho por déficit de atenção nas atividades. Dessa forma, é importante considerar a contratação de pessoal extra para atender a demanda.

Conforme pudemos verificar, o investimento na prevenção de doenças na empresa, principalmente com a contratação de um plano de saúde, é uma importante estratégia. Essa decisão, quando complementada pelas ações comentadas, pode contribuir de forma eficaz para o aumento da competitividade do negócio.

Esperamos ter contribuído para o entendimento do assunto. Para obter mais informações sobre como oferecer um plano de saúde aos colaboradores, entre em contato conosco!


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dezembro 3, 2018 Melhor idade0

Quando a mulher entra na menopausa ocorre um déficit de hormônios que provoca diversas alterações no organismo. A terapia de reposição hormonal é um importante tratamento que tem por objetivo equilibrar as taxas hormonais e restabelecer a saúde.

Esse é um assunto que gera dúvidas e polêmicas, já que muitas pessoas têm medo de desenvolver câncer de mama ou do útero, com o tratamento. Mas o fato é que cada mulher sente de forma única os sintomas da menopausa, cabendo a ela, escolher a melhor maneira de se tratar, com base em exames médicos.

Para um melhor entendimento sobre o assunto, elaboramos este artigo no qual abordamos os diferentes tipos de reposição hormonal, seus benefícios e casos para os quais ela é indicada. Continue lendo para saber mais!

Entendendo a reposição hormonal

Os hormônios, também chamados de “mensageiros do corpo”, são substâncias químicas que transferem instruções e informações entre as células do organismo.

Eles regulam o desenvolvimento na criança e o envelhecimento no adulto, auxiliam as funções reprodutivas, controlam o funcionamento de vários tecidos e equilibram o metabolismo.

Importância da reposição

Com a chegada da menopausa, entre os 40 e 50 anos, o organismo da mulher reduz progressivamente a produção de alguns hormônios e provoca o fim da menstruação.

Essa redução hormonal causa vários sintomas, como a insônia, os calores (fogachos), as alterações do humor, a diminuição da libido, entre outros. Para algumas mulheres tais sintomas são tão fortes, que necessitam de reposição hormonal para uma melhora na qualidade de vida.

A terapia de reposição

A reposição hormonal é uma terapia ministrada por meio de medicamentos compostos por hormônios naturais ou sintéticos (bioidênticos) que apresentam uma fórmula molecular igual à dos produzidos pelo corpo humano.

O tratamento depende de uma prévia avaliação médica para identificação das necessidades do paciente. A terapia é normalmente indicada para pessoas com mais de 40 anos, tendo em vista que o processo de envelhecimento é um dos principais fatores para o déficit de hormônios.

A terapia pode ser realizada com dosagens relativamente baixas, por via oral ou transdérmica. Nesse último, o medicamento é aplicado na pele para a liberação dos hormônios que, após absorvidos, atingem a corrente sanguínea.

A reposição hormonal pode oferecer vários benefícios, como:

  • prevenção da osteoporose;
  • alívio dos sintomas da menopausa;
  • redução do risco de câncer de colo do útero;
  • aumento da libido;
  • diminuição do risco de degeneração macular.

Tipos de reposição hormonal

O tipo de tratamento depende dos sintomas apresentados pela paciente ou condições especiais. Nesse sentido, mulheres que apresentam secura vaginal podem utilizar o anel vaginal — dispositivo que libera o estrogênio.

Para as pacientes que preservaram o útero, é indicada a terapia de combinação, com o estrógeno e a progestina (forma sintética da progesterona), visando uma proteção contra o risco de câncer de colo uterino.

Há também o tratamento ortomolecular ou biomolecular, que restabelece o equilíbrio químico do organismo por meio de minerais, vitaminas e aminoácidos.

Os incômodos da menopausa podem ainda ser aliviados com uma alimentação correta que inclua:

  • frutas cítricas — ajudam na síntese dos hormônios ovarianos;
  • castanha do Pará — contém selênio, fundamental para o bom funcionamento cerebral;
  • verduras — conservam o cálcio nos ossos;
  • frutos do mar — fontes de zinco, que otimizam as funções estrogênicas.

Indicações e contraindicações dos tratamentos

A progesterona geralmente é indicada para mulheres que estão na menopausa, mas que ainda conservam o útero. A terapia é realizada com o estrogênio, a progesterona ou um progestágeno sintético.

Para as pacientes que retiraram o órgão, não há necessidade da reposição hormonal.

As mulheres que apresentam fatores de risco não podem se submeter à terapia de reposição. As contraindicações são para as pacientes com:

  • câncer de mama ou do endométrio;
  • doença grave do fígado;
  • trombose ou problemas de coagulação;
  • histórico de infarto ou derrame cerebral;
  • ocorrência de câncer em parentes de primeiro grau.

Como pudemos verificar, os diferentes tipos de reposição hormonal podem beneficiar as mulheres na fase da menopausa. A decisão de fazer ou não o tratamento cabe a cada paciente, com base em exames médicos e prescrição por um ginecologista.

Gostou deste artigo? Então, compartilhe nas redes sociais para que mais pessoas entendam melhor sobre os tipos de reposição hormonal!


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novembro 29, 2018 Notícias0

Os sintomas do câncer de próstata podem ser, muitas vezes, confundidos com sinais de outros problemas de saúde do sistema urinário. Por isso, é essencial entender melhor a doença para reconhecer os seus indícios e buscar ajuda médica o mais rápido possível.

Localizada na parte baixa do abdome, próxima à bexiga e ao reto, a próstata é um órgão exclusivamente masculino, responsável pela produção de um fluído no sêmen que protege e nutre os espermatozoides. Quer saber mais sobre quais são os sintomas do câncer de próstata? Continue a leitura deste post!

Como é a doença?

O câncer de próstata é o segundo tipo que mais acomete brasileiros, ficando atrás apenas do tumor de pele não-melanoma, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Se considerarmos ambos os sexos, ele fica em quarto lugar entre os mais comuns.

Predominante entre pessoas da terceira idade, a sua maior incidência é em homens acima de 35 anos. Mesmo assim, ele pode surgir precocemente e, por isso, é recomendado que, a partir dos 50 anos, a ida ao urologista seja anual, para realização de exames como o toque retal e de dosagem de uma proteína do sangue (PSA), que auxiliam a identificar o câncer de próstata que não apresenta sintomas. Pacientes do grupo de risco, que têm parentes que já foram acometidos pela doença, devem começar o acompanhamento médico a partir dos 40 anos.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Confira, agora, quais são os principais sintomas do câncer de próstata e como eles afetam a vida do homem.

Dores frequentes ao urinar

Por se tratar de um sintoma típico de infecções como pedras nos rins e incontinência urinária, muitas vezes os homens ignoram as dores frequentes ao urinar, que ocorrem principalmente à noite. Fique atento! Elas podem ser um sinal de um tumor em formação.

Dificuldades para urinar

Um sinal comum da infecção urinária, a dor para urinar, mesmo de pé, pode indicar, também, a presença do câncer na próstata.

Alterações na urina

Se a quantidade da urina diminuiu ou a sua coloração e cheiro mudaram, ficando mais escura e com odor mais forte, observe! Esse também pode ser um sintoma do câncer de próstata.

Desconforto e suor agudo na região pélvica

Mesmo em quem apresenta alta temperatura corporal, o suor na região pélvica não é comum e, por isso, pode ser um forte indício do tumor na glândula, que requer muita atenção.

Dor nos ossos

Vários tipos de câncer apresentam a dor nos ossos como sintoma, inclusive o de próstata. Além do incômodo em si, elas podem levar ao enfraquecimento dos ossos e, consequentemente, a fraturas, aumentando os riscos para quem já está com a saúde fragilizada.

Muitos sintomas do câncer de próstata podem demorar a aparecer e, em alguns casos, serem confundidos com sinais de outros problemas de saúde, como incontinência urinária e pedras nos rins. Por isso, a melhor forma de obter um diagnóstico precoce e aumentar as chances de curar é ir ao médico regularmente. A partir dos 50 anos, o urologista deve ser consultado anualmente. Para quem tem casos da doença na família, a idade ideal cai para 40 anos.

Vale lembrar, ainda, que apesar do preconceito existente com relação ao toque retal, ele é um exame de extrema importância, pois permite que o médico identifique alterações na próstata que possam indicar a presença do tumor.

Agora que você já sabe quais são os sintomas do câncer de próstata e a importância de buscar auxílio médico o mais rápido possível para aumentar as chances de cura da doença, que tal compartilhar este post em suas redes sociais? Assim, os seus amigos também podem se informar e até descobrir, de forma precoce, o diagnóstico da doença, aumentando as chances de cura!     


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novembro 27, 2018 Família0

Você sabia que existem várias formas de tratamento para bico de papagaio? O problema é bastante comum e causa fortes dores nas costas, dificultando a realização de atividades simples do dia a dia. Exercícios físicos, fisioterapia, uso de medicamentos e até cirurgias, para os casos mais graves, são algumas das opções recomendadas.

Mas, antes de detalhar as formas de tratar o problema, vamos falar sobre suas causas e sintomas. Continue lendo!

O que são os bicos de papagaio

Conhecidos popularmente como bicos de papagaio, os osteófitos são pequenas alterações na estrutura óssea, que causam uma doença chamada osteofitose. Levam esse nome por terem forma de um gancho que lembra o bico da ave, e surgem entre duas vértebras da coluna cervical, torácica ou lombar, provocando as famosas dores nas costas.

O disco intervertebral é responsável por estabilizar e absorver impactos na coluna. Quando ele se desgasta e perde a capacidade de exercer sua função, o organismo produz mais ossos entre as vértebras, levando à formação dos osteófitos. Além de questões genéticas, alguns fatores podem provocar tal desgaste, como os seguintes.

  • obesidade, que gera uma sobrecarga nas articulações;

  • problemas articulares como fraturas, lesões, inflamações e rupturas de ligamentos;

  • desidratação do disco intervertebral;

  • doenças reumáticas;

  • má postura, que é uma das principais causas do surgimento dos bicos de papagaio.

Os principais sintomas da doença incluem dores intensas nas costas e no pescoço, sensação de formigamento nos braços e nas pernas, redução da força muscular, movimentos limitados e alteração da sensibilidade.

Quais os tratamentos para bico de papagaio

Mais comum em pessoas com mais de 50 anos, a osteofitose não tem cura, mas pode ser controlada por meio de diversos tipos de tratamento para bico de papagaio, evitando as dores.

Medicamentos

Em momentos de crise, analgésicos e anti-inflamatórios podem ser recomendados pelos médicos para o alívio pontual de dores.    

Fisioterapia

Para casos mais leves, a fisioterapia e algumas atividades físicas específicas, como o pilates, são utilizadas para fortalecer a musculatura da coluna, reduzindo as dores consideravelmente.

Cirurgia

Em situações mais graves, com alterações significativas no alinhamento da coluna ou lesões nos nervos, talvez seja necessário recorrer à cirurgia para corrigir o problema.

Como se prevenir

Para evitar o surgimento dos bicos de papagaios, é importante adotar alguns hábitos que contribuem, ainda, para a saúde de forma geral.

Pratique atividades físicas

Manter o corpo em movimento é essencial para fortalecer os músculos. Caminhar, fazer alongamentos e praticar atividades de baixo impacto, como as realizadas na água, são ótimas opções para prevenir a doença.

Evite o sobrepeso

Responsável por uma série de doenças, a obesidade pode provocar o desgaste das articulações e, consequentemente, os bicos de papagaio. Por isso, é essencial manter a alimentação balanceada e o peso adequado.

Mantenha a postura correta

É importante ter atenção aos movimentos da coluna e sentar de maneira correta para evitar pequenas lesões e o surgimento dos osteófitos.

Embora a osteofitose não tenha cura, ninguém precisa viver com dor. Buscar o tratamento para bico de papagaio é essencial para ter bem-estar e uma vida de qualidade. Para encontrar a opção ideal, é preciso recorrer à orientação médica, uma vez que cada nível de desenvolvimento da doença requer um método diferenciado para tratar o problema.

Além disso, é muito importante prevenir a osteofitose por meio de medidas simples como se exercitar, manter o peso adequado e corrigir a postura, evitando ficar sentado por muito tempo.  

Agora que você já sabe tudo sobre tratamento para bico de papagaio, aproveite para curtir nossa página no Facebook e ficar por dentro de todas as novidades da área da saúde.


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novembro 26, 2018 Notícias0

Muitos sabem que a próstata faz parte do corpo masculino, e, assim como todos os órgãos, é importante cuidar da sua saúde, para que não ocorram doenças. O ideal é fazer exames e consultar o médico regularmente. Mas você realmente sabe qual é a função da próstata?

Para conhecer melhor como funciona o seu corpo, abaixo vamos mostrar a funcionalidade dessa glândula e quais problemas ela pode apresentar.

Confira!

O que é a próstata e qual o seu tamanho?

A próstata nada mais é que uma glândula que faz parte do sistema genital do homem. Ela fica na frente do reto e embaixo da bexiga. Por estar próxima ao canal uretral, algumas patologias que a acometem podem apresentar sintomas urinários.

A sua função principal é ajudar na fase reprodutiva, produzindo parte do líquido seminal, que transporta o espermatozoide até o óvulo feminino para a fecundação.

O tamanho da próstata se altera com a idade. Ela começa a se desenvolver no período fetal, mas só volta a crescer quando o homem entra na fase da puberdade, devido ao estímulo recebido da testosterona, tendo o tamanho de uma noz.

Contudo, a glândula continua em crescimento na fase adulta. Isso porque ela sofre influência de fatores de crescimento como: epidérmico, transformador e fibroblástico. Alguns estudos realizados em animais sugerem que o estrógeno, presente no organismo, também pode estimular o desenvolvimento da próstata.

Dessa forma, na terceira idade, é comum a glândula ser maior, mas é preciso ficar atento, pois um aumento anormal pode significar problemas de saúde.

Qual é a constituição dessa glândula masculina?

Na realidade, a próstata tem dois componentes: o estroma fibromuscular, que constitui 30% da glândula e contém células musculares; e fibroblastos, parte que é responsável pela eliminação das secreções prostáticas, por meio da ejaculação.

O restante é composto pelo epitélio glandular, com seis tipos de células: as secretoras, que produzem enzimas e secreções; as prostáticas; as basais, que são precursoras das células que produzem secreções; as tireotróficas; as calcitoninas e as células transicionais.

Qual é a função da próstata?

A função dela é produzir um tipo de fluído que tem como objetivo proteger e nutrir os espermatozoides no sêmen. Assim, ela faz com que o esperma se torne mais líquido, facilitando o transporte do mesmo até o óvulo.

Atrás da próstata, ficam as glândulas que chamamos de vesículas seminais. Elas são responsáveis pela fabricação de boa parte desse líquido, que é transportado pela uretra para fora do corpo, através do órgão genital.

Por que a próstata aumenta de tamanho e quais problemas podem ser causados?

Como foi dito acima, o aumento da próstata é normal com o passar da idade, devido aos fatores de crescimento. Entretanto, anomalias podem alterar o aspecto e o tamanho dela.

A alteração mais frequente é quando há uma hipertrofia, acentuando o crescimento da glândula. Isso ocorre nos últimos anos de vida, prejudicando algumas funções básicas, como o ato de urinar e retenção da própria urina.

Um dos problemas que podem influenciar o aspecto da próstata é a inflação, causando mal-estar e descarga uretral. Outra doença associada é o câncer, fazendo com que seja necessário fazer exames periódicos e tratamentos quimioterápicos. Em alguns casos, é necessário cirurgia, para extrair a glândula.

Agora que você já sabe qual é a função da próstata e os problemas mais comuns, não deixe de procurar um urologista e fazer o check-up preventivo. Isso pode evitar doenças que podem agravar sua qualidade de vida.

Gostou das informações do texto? Você faz os seus exames anuais? Deixe seu comentário abaixo e participe da conversa!

 


A BlueMed

A Blue Med Saúde nasceu com um propósito: oferecer o melhor serviço de saúde às famílias brasileiras.

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